Eu também quero jogar na seleção!

Acostumados com o mundo da bola, no país do futebol, é mais fácil entender as coisas quando usamos essa paixão nacional como exemplo. Com isso, algum tempo atrás ouvi de um consultor de RH um exemplo muito interessante que faz alusão ao perfil que um estagiário ou profissional no início de carreira deve ter:
“Imagine um jogador de futebol de base, daqueles que ainda estão querendo entrar no time grande e ser contratado. Esses, que ganham pouco ou as vezes nada para jogar, são os que mais se dedicam. Entram de carrinho, brigam pela bola, correm o campo todo, chamam as jogadas para tentar se destacar em um drible.
Pois bem, assim deveria ser um profissional. Em vez de reclamar que ganha mal ou dizer que não ganha para fazer tanto quanto lhe pedem, ele deveria se esforçar, mostrar sua capacidade. Naturalmente o mercado reconhece um profissional assim.
Caso dentro da empresa ele não seja “visto por nenhum olheiro” temos dois motivos, ou ele não está na empresa certa ou a empresa não tem “olheiros”. Nesses casos, é hora de trocar de time e buscar novas oportunidades.”
Após ouvir esse exemplo, isso me martelou durante algum tempo, e hoje, pelo que vejo no mercado, posso dizer que um profissional que se destaca e joga para entrar na seleção, mais cedo ou mais tarde ele é convocado.
Muitas das vezes somos pegos pensando no salário e dizendo que não ganhamos para isso, mas temos que pensar por outro lado, que temos que fazer o algo a mais para merecer um bom salário.
Reflita sobre suas atitudes, sobre seu desempenho e sobre sua dedicação a profissão, depois faça um comparativo com seus ganhos (que podem e devem ser mais do que somente dinheiro). Caso essa comparação não esteja desequilibrada, reveja alguns pontos e jogue para entrar na seleção!
“Não me deseje boa sorte. Deixo para os despreparados”

Acostumados com o mundo da bola, no país do futebol, é mais fácil entender as coisas quando usamos essa paixão nacional como exemplo. Com isso, algum tempo atrás, ouvi de um consultor de RH um exemplo muito interessante que faz alusão ao perfil que um estagiário ou profissional no início de carreira deve ter:

“Imagine um jogador de futebol de base, daqueles que ainda estão querendo entrar no time grande e ser contratado. Esses, que ganham pouco ou as vezes nada para jogar, são os que mais se dedicam. Entram de carrinho, brigam pela bola, correm o campo todo, chamam as jogadas para tentar se destacar em um drible.

Pois bem, assim deveria ser um profissional. Em vez de reclamar que ganha mal ou dizer que não ganha para fazer tanto quanto lhe pedem, ele deveria se esforçar, mostrar sua capacidade. Naturalmente o mercado reconhece um profissional assim.

Caso dentro da empresa ele não seja “visto por nenhum olheiro” temos dois motivos, ou ele não está na empresa certa ou a empresa não tem “olheiros“. Nesses casos, é hora de trocar de time e buscar novas oportunidades.”

Após ouvir esse exemplo, isso me martelou durante algum tempo, e hoje, pelo que vejo no mercado, posso dizer que um profissional que se destaca e joga para entrar na seleção, mais cedo ou mais tarde é convocado.

Muitas das vezes somos pegos pensando no salário e dizendo que não ganhamos para isso, mas temos que pensar por outro lado, que temos que fazer o algo a mais para merecer um bom salário.

Reflita sobre suas atitudes, seu desempenho e sobre sua dedicação a profissão, depois faça um comparativo com seus ganhos (que podem e devem ser mais do que somente dinheiro). Caso essa comparação esteja desequilibrada, reveja alguns pontos e jogue para entrar na seleção!

  • “Não me deseje boa sorte. A sorte eu deixo para os despreparados”

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