Temos que pensar fora da caixa! Mas que caixa?

Durante as últimas aulas na pós-graduação fomos colocados a pensar sobre assuntos além da internet. Sair da visão que temos das coisas e nos tornar “pensadores” sobre o assunto.
Logo na primeira aula passamos pela mudança de desligar os computadores.  Isso para nós, acostumados com a vida virtual, parece complicado e no início, falo por mim, pensei:
– E agora, sem computador? Eu anoto as coisas no Google docs, converso sobre a aula com outros alunos pelo MSN e Wave, divulgo coisas pelo twitter. Como vou fazer?
Após algumas aulas e muitos debates sobre o que está além desse mundo virtual, consegui me adaptar e penso bem mais afundo sobre alguns assuntos. Um desses assuntos é “a caixa”!
Uma expressão que tem sido comum em reuniões e escritórios é “pense fora da caixa”. Isso parece muito legal, mas será que sabemos que caixa é essa? Será que sabemos que estamos em uma caixa?
Acredito que muitas pessoas dizem isso, mas não fazem idéia de quão profundo é essa reflexão sobre pensar fora da caixa.
Não sou especialista ou Doutor, mas espero ajudar na reflexão dos leitores, bem como espero comentários que ajudem a crescer minhas idéias.
A sociedade vem, desde que sei sobre sociedade, criando padrões de vida e atitudes que se adéquam ou não ao “correto”. São colocadas regras sociais para um convívio e uma lei de boa vizinhança, onde um quer ser mais que o outro, porém sem perder a classe. Isso de um modo grosseiro, podemos dizer que é a criação da caixa pela sociedade, ou seja, você precisa se enquadrar em padrões e regras para viver bem.
Quando falamos de profissões, vou puxar a sardinha para Marketing, podemos dizer que o pensar fora da caixa, também a grosso modo, é sair dos padrões usados pelo mercado e inovar.
Parece fácil pensando assim, mas o X da questão é quando tentamos pensar fora dessa caixa. Antes de mais nada, é preciso entender que caixa é essa, que padrões são esses e que comportamentos nos levam até esses padrões.
Pensar fora da caixa não é simplesmente fazer algo novo. Pensar fora da caixa está relacionado a entender essa caixa (padrões e regras comuns), analisar por que existe e aplicar coisas novas em cima dessa caixa.
Durante a aula levantou-se a questão de que há algum tempo fazer tatuagem era uma forma de rebeldia e de se destacar dos padrões da sociedade, porém quando todos resolveram fazer isso, saímos de uma caixa sem tatuagens e entramos em uma caixa nova agora cheia de dragões, carpas, caveiras e etc. desenhadas pelo corpo. Essa nova caixa, o padrão é ser alternativo e fazer uma tatuagem para se expressar.
Os profissionais que trabalharem diretamente com comportamento social, isso inclui profissionais de marketing, precisam entender esses comportamentos, analisar essas mudanças e ver para qual caixa a sociedade está indo. Qual será o novo rótulo colocado.
Quando falamos de profissionalmente pensar fora da caixa, é necessário ver o mercado que você atua. Enxergar de fora para dentro e ver o comportamento e os condicionamentos que existem para então fazer algo pensando fora da caixa.
Sem dúvidas, ao olhar o seu comportamento e achar essa caixa que você está, irá auxiliar no seu crescimento não só profissional, mas também pessoal.
No blog do professor Carlos Nepomuceno (http://nepo.com.br/2010/02/24/fachadig-5-aula-3-o-que-e-sabedoria/), existem citações de livros relacionadas a aula do dia 26/02 que, particularmente, achei muito interessante.
Um assunto como esse, acredito que não há como terminar o post, mas sim, colocar aberto a discussões.  Com isso, deixo livres os comentários para que as idéias sejam somadas e aprimoradas.

Durante as últimas aulas na pós-graduação fomos colocados a pensar sobre assuntos além da internet. Sair da visão que temos das coisas e nos tornar “pensadores” sobre o assunto.

Logo na primeira aula passamos pela mudança de desligar os computadores.  Isso, para nós, acostumados com a vida virtual, parece complicado e no início, falo por mim, pensei:

– E agora, sem computador? Eu anoto as coisas no Google docs, converso sobre a aula com outros alunos pelo MSN e Wave, divulgo coisas pelo twitter. Como vou fazer?

Após algumas aulas e muitos debates sobre o que está além desse mundo virtual, consegui me adaptar e penso bem mais afundo sobre alguns assuntos. Um desses assuntos é “a caixa“!

pensar-caixa-preta

Uma expressão que tem sido comum em reuniões e escritórios é “pense fora da caixa“. Isso parece muito legal, mas será que sabemos que caixa é essa? Será que sabemos que estamos em uma caixa?

Acredito que muitas pessoas dizem isso, mas não fazem idéia de quão profunda é essa reflexão sobre pensar fora da caixa.

Não sou especialista ou Doutor, mas espero ajudar na reflexão dos leitores, bem como espero comentários que ajudem a crescer minhas idéias.

A sociedade vem, desde que sei sobre sociedade, criando padrões de vida e atitudes que se adéquam ou não ao “correto”. São colocadas regras sociais para um convívio e uma lei de boa vizinhança, onde um quer ser mais que o outro, porém sem perder a classe. Isso de um modo grosseiro, podemos dizer que é a criação da caixa pela sociedade, ou seja, você precisa se enquadrar em padrões e regras para viver bem.

Quando falamos de profissões, vou puxar a sardinha para Marketing, podemos dizer que o pensar fora da caixa, também a grosso modo, é sair dos padrões usados pelo mercado e inovar.

Parece fácil pensando assim, mas o X da questão é quando tentamos pensar fora dessa caixa. Antes de mais nada, é preciso entender que caixa é essa, que padrões são esses e que comportamentos nos levam até esses padrões.

Pensar fora da caixa não é simplesmente fazer algo novo. Pensar fora da caixa está relacionado a entender essa caixa (padrões e regras comuns), analisar por que existe e aplicar coisas novas em cima dessa caixa.

Durante a aula levantou-se a questão de que, há algum tempo, fazer tatuagem era uma forma de rebeldia e de se destacar dos padrões da sociedade, porém quando todos resolveram fazer isso, saímos de uma caixa sem tatuagens e entramos em uma caixa nova, agora cheia de dragões, carpas, caveiras e etc. desenhadas pelo corpo. Nessa nova caixa, o padrão é ser alternativo e fazer uma tatuagem para se expressar.

Os profissionais que trabalharem diretamente com sociedade e comunicação precisam entender esses comportamentos, analisar essas mudanças e ver para qual caixa a sociedade está indo, qual será o novo rótulo colocado.

Quando falamos de, profissionalmente, pensar fora da caixa, é necessário ver o mercado em que você atua, enxergar de fora para dentro e ver o comportamento e os condicionamentos que existem para então fazer algo pensando fora da caixa. Sem dúvidas, ao olhar o seu comportamento e achar essa caixa que você está, irá auxiliar no seu crescimento não só profissional, mas também pessoal.

No blog do professor Carlos Nepomuceno, existem citações de livros relacionadas a aula do dia 26/02 que, particularmente, achei muito interessantes.

Um assunto como esse, acredito que não há como terminar o post, mas sim, coloca-lo aberto a discussões.  Com isso, deixo livres os comentários para que as idéias sejam somadas e aprimoradas.

4 thoughts on “Temos que pensar fora da caixa! Mas que caixa?

  1. Roberto,

    muito boa a indagação e reflexões.

    Ligar o computador em sala de aula, apesar de não parecer, é hoje estar totalmente dentro da caixa, impedindo a rica troca entre as pessoas, que você tem visto no que dá.

    Evoluímos conceitos.

    A caixa, entretanto, é algo que nos sufoca todos os dias.

    E para sair dela, ou melhor, ter consciência dela, pois nunca saímos, precisa de um esforço diário.

    Sugiro para você que é um cara curioso e gosta de pensar, ler os livros indicados.

    Pode chegar quando quiser com dúvidas e questões, meu blog está aberto.

    abraços,

    Nepô.

  2. Adorei! Estou justamente preparando uma apresentação sobre o tema e pretendo usar muito do que citou, posso ?

    Um abraço,
    Cleide

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